domingo, 16 de julho de 2017

6.ª Conferência por Paulo Alexandre Alves

Como vai sendo hábito, deixamos aqui o testemunho fotográfica da última conferência, desta vez sobre o mercado livreiro lisboeta do final do século XIX. Muito obrigado ao conferencista e aos que se juntaram a nós para ouvi-lo nesta tarde quente de Julho. Voltamos a 27 de Setembro! Até lá!










sexta-feira, 7 de julho de 2017

Uma cidade culturalmente fervilhante? O comércio de livros no final da Lisboa Oitocentista (1890-1910)

Aqui fica um resumo da conferência do próximo dia 12 de Julho, pelo investigador Paulo Alexandre Alves, às 18h, na sede da UACS, como habitual.



Resumo: Frequentemente, ao se falar do poder da palavra impressa na formação da opinião pública no final século XIX português, a temática chamada à colação em primeira linha é a das publicações periódicas. Contudo, paralela e complementar a este havia também uma interessante produção e distribuição de livros que possuía circuitos e idiossincrasias próprios, resultantes dos diversos atores que influem na produção de uma obra escrita deste teor. Esta comunicação, que resulta de uma tese de mestrado com igual tema, pretende explorar este complexo mundo do universo livreiro enquanto produto cultural a partir da temática do espaço e dos autores, usando como ângulo de análise a temática do livro religioso.

6.ª Conferência: Uma cidade culturalmente fervilhante? O comércio de livros no final da Lisboa Oitocentista (1890-1910)

Será já no próximo dia 12 de Julho a conferência que fecha o período lectivo do nosso Ciclo: Uma cidade culturalmente fervilhante? O comércio de livros no final da Lisboa Oitocentista (1890-1910), pelo investigador Paulo Alexandre Alves (IHC-FCSH, Universidade NOVA de Lisboa). Estão todos convidados!

Voltaremos em Setembro, no dia 27 com a conferência: , Os riscos de ser o “cais da europa”: Lisboa e as redes internacionais de cooperação policial, c.1890-1940, por Gonçalo Gonçalves (CIES - Instituto Universitário de Lisboa), sempre na última quarta-feira de cada mês.






quinta-feira, 22 de junho de 2017

5.ª conferência por Ana Alcântara

Aqui fica o registo fotográfico da 5.ª Conferência do nosso ciclo, a cargo da investigadora Ana Alcântara: Associações de classe e intervenção operária na Lisboa do final do séc. XIX. Agradecemos à oradora e ao público presente.









domingo, 11 de junho de 2017

5.ª Conferência: Associações de classe e intervenção operária na Lisboa no final do século XIX - Ana Alcântara


A próxima conferência, a 5.ª do nosso Ciclo, será da responsabilidade da investigadora do Instituto de História Contemporânea Ana Alcântara (IHC-FCSH, Universidade NOVA de Lisboa) e terá como título Associações de classe e intervenção operária na Lisboa no final do século XIX. Terá lugar, como habitual, na Rua Castilho, 14 (UACS), em Lisboa, e será no dia 21 de Junho pelas 18h.


Para conhecer melhor a investigação de doutoramento da Ana Alcântara, disponibilizamos um artigo mais desenvolvido sobre a temática da conferência, bem como um pequeno resumo.

Resumo: Com a crescente proletarização e concentração das “classes laboriosas” no final do século XIX em Lisboa surgem muitas associações de cariz operário, nomeadamente as associações de classe. Nesta comunicação olharemos para a intervenção associativa do operariado lisboeta, entre 1890 e 1900, através da implantação territorial, caracterização e propósitos estatutários das suas Associações de Classe. Mas também na interveniência reivindicativa destas Associações, nomeadamente no que concerne a participação nos desfiles do 1.º de Maio e greves que aconteceram em Lisboa durante a última década do século XIX.


sexta-feira, 2 de junho de 2017

4.ª Conferência por Ana Barata

Muito obrigada a todos os que marcaram presença e participaram na discussão que se seguiu à interessante conferência da investigadora Ana Barata. Foi uma bonita viagem através das várias versões sonhadas para a zona Ribeirinha de Lisboa. Aqui fica o registo de alguns momentos.









quinta-feira, 18 de maio de 2017

4.ª Conferência: «Lisboa Caes da Europa»



No dia 31 de Maio realiza-se a próxima conferência protagonizada por Ana Barata (Fundação Calouste Gulbenkian - Biblioteca de Arte), cujo conteúdo será semelhante ao seguinte artigo

Para melhor acompanhar a sessão, além dos dados acima, apresentamos um resumo da conferência.

Resumo: A partir das décadas de 1860, 70 e 1880 numerosos foram os projectos apresentados para a zona ribeirinha ocidental que não se limitaram apenas aos aspectos técnicos ligados à actividade portuária que se queria desenvolver, mas que encerravam propostas urbanísticas concretas para toda a zona envolvente do futuro porto de Lisboa. Neste contexto, foram propostos novos arruamentos, bairros, equipamentos urbanos e espaços verdes. Todos estes projectos urbanísticos tiveram o desejo de contribuir não só para o seu embelezamento, como também para que Lisboa recuperasse a glória e o esplendor já alcançados nos tempos áureos da pimenta e da canela, e novamente se tornasse no “caes da Europa” e na sua “sala de visitas”. Com o arranque, em 1887, das obras confinadas exclusivamente às instalações e equipamentos portuários, os responsáveis pelos destinos do Reino e da cidade perderam simultaneamente várias oportunidades: a propósito da construção de um moderno porto fazer uma reflexão sobre a cidade e realizar, não só o ordenamento de toda a zona ribeirinha, como o planeamento do crescimento de Lisboa de forma equilibrada, privilegiando os dos eixos de crescimento.
O eixo ribeirinho, sobretudo a faixa compreendida entre o Cais do Sodré e o sítio da Rocha do Conde de Óbidos assumiu-se como o local das maiores expectativas sobre o engrandecimento e embelezamento de Lisboa. Deste modo se podem explicar os projectos sucessivamente apresentados  desde o século 19 e que, curiosamente, se prolongaram até este século 21. O projecto que melhor traduziu este desejo foi, talvez, o da avenida marginal, artéria destinada a contribuir para que Lisboa concretizasse a sua vocação para cidade portuária por excelência e, simultaneamente, aproveitasse as condições privilegiadas com que a natureza a tinha fadado, que a tornavam diferente de todas as outras capitais europeias.

Instituições Organizadoras

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